Criado para publicar minhas poesias, porém, como acho que escrever é puro trabalho, que leva tempo e demanda esforço, possibilitei a postagem das chamdas Palavras Amigas, onde publico as palavras de quem interessar possa.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
À Musa
22/01/2005.
Quem a vir passar não adoeça
Da dor que rasga o peito e move o mundo.
Não meça sua falta por segundo,
Nem tenha sua presença por promessa.
A pressa que retarda o acontecer
De vir a musa audaz encher os olhos,
Do cavalgar do tempo, a inimiga,
A ânsia prende a mágoa ao ilusório.
Mas persiste a espera, o desespero,
E a angústia de não ver a bela ausente
Como se sua presença, seu mistério,
Resolvesse todo o ocidente.
Mas só se resolve esse tumulto entre
As muralhas do meu peito e o universo.
Para Sheila Chaves.
Quem a vir passar não adoeça
Da dor que rasga o peito e move o mundo.
Não meça sua falta por segundo,
Nem tenha sua presença por promessa.
A pressa que retarda o acontecer
De vir a musa audaz encher os olhos,
Do cavalgar do tempo, a inimiga,
A ânsia prende a mágoa ao ilusório.
Mas persiste a espera, o desespero,
E a angústia de não ver a bela ausente
Como se sua presença, seu mistério,
Resolvesse todo o ocidente.
Mas só se resolve esse tumulto entre
As muralhas do meu peito e o universo.
Para Sheila Chaves.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Palavras sobre Mariana
Abre os olhos – de Emmanuel Rodrigues – 08/dez/2008 – 22h50.
Emanar para um mundo desfigurado e sentir furar no peito o ar... um clamor...
Tão frágil e pequena lhe trás consigo o poder de amar.
Abre os olhos na direção da melodia, sonha e sorri como o vento... suave e passageiro, Leve, pequena como a semente, esperando as cristalinas águas, os raios solares, que fortalece, alimenta...
Abre os olhos, soberana e cheia de graça, ó pequena figura, que mistura nas tintas paternas desenhou a forma de amar.
Espreguiça, se estica e mia feito flauta, doce e desafinada.
Abre os olhos e enxerga amor!
Emanar para um mundo desfigurado e sentir furar no peito o ar... um clamor...
Tão frágil e pequena lhe trás consigo o poder de amar.
Abre os olhos na direção da melodia, sonha e sorri como o vento... suave e passageiro, Leve, pequena como a semente, esperando as cristalinas águas, os raios solares, que fortalece, alimenta...
Abre os olhos, soberana e cheia de graça, ó pequena figura, que mistura nas tintas paternas desenhou a forma de amar.
Espreguiça, se estica e mia feito flauta, doce e desafinada.
Abre os olhos e enxerga amor!
sábado, 22 de novembro de 2008
Amizade - a cidade do outro.
*****Amigo*****
Amigo, imagem refletida e com vida,
arbitrário e possessivo sem conduta.
Que chora e vinga a dor desnecessária,
buscando a vaga e infinita jura.
Amigo, com palavras ou com gestos,
mesmo sem ser correto, me ajuda.
Que implora e busca por interesse,
deixando a marca da culpa.
Amigo, sempre ao seu lado fico,
querendo ser seu companheiro.
Podendo ou não estar satisfeito,
juro jamais me vingar.
Amigo, mesmo com abandono,
fico a sua espera.
Mesmo que seja por muito tempo,
mas nunca pago na mesma moeda.
Amigo, seja lá o que for,
não te culpo da minha dor.
Pois sei que estais feliz,
Junto com seu amor.
Amigo, que um dia me brindaste,
ser amigo por eternidade.
Junto aos nossos problemas,
disso eu sentirei saudades.
Amigo, sei que tu es grandioso,
mas espero nunca ficar ofendido.
De abrir minha boca e dizer:
amigos, amigos e sempre amigos.
********Emmanuel R. Silva******
Amigo, imagem refletida e com vida,
arbitrário e possessivo sem conduta.
Que chora e vinga a dor desnecessária,
buscando a vaga e infinita jura.
Amigo, com palavras ou com gestos,
mesmo sem ser correto, me ajuda.
Que implora e busca por interesse,
deixando a marca da culpa.
Amigo, sempre ao seu lado fico,
querendo ser seu companheiro.
Podendo ou não estar satisfeito,
juro jamais me vingar.
Amigo, mesmo com abandono,
fico a sua espera.
Mesmo que seja por muito tempo,
mas nunca pago na mesma moeda.
Amigo, seja lá o que for,
não te culpo da minha dor.
Pois sei que estais feliz,
Junto com seu amor.
Amigo, que um dia me brindaste,
ser amigo por eternidade.
Junto aos nossos problemas,
disso eu sentirei saudades.
Amigo, sei que tu es grandioso,
mas espero nunca ficar ofendido.
De abrir minha boca e dizer:
amigos, amigos e sempre amigos.
********Emmanuel R. Silva******
sábado, 1 de novembro de 2008
Outras palavras...
A MORTE É UMA PROMESSA...
EXCETO QUANDO SE ESVAI A VIDA
E A DOR DA PERDA ATRAPALHA O CAMINHAR,
E SE CONSOME NA TRISTEZA A DESPEDIDA
E SE REVELA UM MARTÍRIO RELEMBRAR
PARA QUEM FICA A EXISTÊNCIA NÃO SE EXPLICA
A CONCIÊNCIA PODE TUDO ELUCIDAR
NÃO HÁ MISTÉRIO QUE EM VIDA RAMIFICA
AO PONTO EXTREMO DE CRESCER SEM TERMINAR.
NÃO HÁ QUIMERA, UTOPIA NEM DESDITA,
PERTURBAÇÃO QUE NÃO SE EXTINGA AO PERDURAR
POSTO QUE O TEMPO APAGA QUASE TUDO EM VIDA
MAS A LEMBRANÇA MÁ INSISTE EM ECOAR
E AS BOAS OBRAS, TAMBÉM, AO TEMPO RESISTEM
PARA O PÊNDULO DA VIDA EQUILIBRAR.
Momentos de nostalgia - por Jotagomes.
EXCETO QUANDO SE ESVAI A VIDA
E A DOR DA PERDA ATRAPALHA O CAMINHAR,
E SE CONSOME NA TRISTEZA A DESPEDIDA
E SE REVELA UM MARTÍRIO RELEMBRAR
PARA QUEM FICA A EXISTÊNCIA NÃO SE EXPLICA
A CONCIÊNCIA PODE TUDO ELUCIDAR
NÃO HÁ MISTÉRIO QUE EM VIDA RAMIFICA
AO PONTO EXTREMO DE CRESCER SEM TERMINAR.
NÃO HÁ QUIMERA, UTOPIA NEM DESDITA,
PERTURBAÇÃO QUE NÃO SE EXTINGA AO PERDURAR
POSTO QUE O TEMPO APAGA QUASE TUDO EM VIDA
MAS A LEMBRANÇA MÁ INSISTE EM ECOAR
E AS BOAS OBRAS, TAMBÉM, AO TEMPO RESISTEM
PARA O PÊNDULO DA VIDA EQUILIBRAR.
Momentos de nostalgia - por Jotagomes.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
De Millôr Fernandes
TUDO QUE EU SEI
DE WITTGENSTEIN
(WITT O QUE MESMO?)
Eu e o deputado Aldo Rebelo estamos convencidos de que hoje o estudo da lingüística não se resume a acordos ortográficos, acentos diacríticos e penetração de línguas estrangeiras em línguas desprotegidas. Quando eu e o deputado Aldo lemos, por exemplo, Chomsky e, mais ainda, Wittgenstein, ficamos convencidos de que a lingüística hoje atingiu a profundidade dos estudos de arqueologia e a altura do Acelerador de Partículas, que até agora, aqui em casa, pelo menos, não acelerou partícula nenhuma.
Mas, linda leitora, é melhor aproveitarmos o resto do espaço para um pouco do próprio filósofo.
1. Todo objeto é idêntico a si mesmo.
2. Maçã é o mesmo que maçã.
3. Ética e estética são uma e a mesma coisa.
4. Suponha agora que eu diga "Sou incapaz de estar errado quando digo: Isso é um livro", enquanto aponto para um objeto. Um erro aqui seria igual a quê? E eu tenho uma idéia clara sobre isso?
5. A estrela da manhã é a estrela da manhã.
6. Um meio de obter é não procurar, um meio de ter é o não pedir e somente acreditar que o silêncio que se crê em você é resposta ao seu mistério. "Perdão, leitora, aqui eu me confundi. Isso é da Clarice Lispector."
7. "Se eu sei alguma coisa, então eu também sei que eu sei alguma coisa etc." equivale a: "Eu sei isso", quer dizer, "Eu sou incapaz de estar errado sobre isso". Mas para isso ser assim precisa ficar estabelecido objetivamente.
8. A é o mesmo que a letra A.
No fim, Bertrand Russell, conselheiro e mentor de Wittgenstein desde o início, ficou de saco cheio, se afastou dele. Foi o único a ler seu derradeiro texto (de dez linhas) e comentou: "Não entendi nada. Mas é genial". (Ninguém me convence de que não estava de sacanagem.)
Modestamente, termino com dois pensamentos meus mesmo.
1. Filosofia é uma coisa que discute filosofia.
2. Wittgenstein não é o mesmo que Wittgenstein.
Pra bom entendedor meia palavra basta (entendeu, ...ecil?)
DE WITTGENSTEIN
(WITT O QUE MESMO?)
Eu e o deputado Aldo Rebelo estamos convencidos de que hoje o estudo da lingüística não se resume a acordos ortográficos, acentos diacríticos e penetração de línguas estrangeiras em línguas desprotegidas. Quando eu e o deputado Aldo lemos, por exemplo, Chomsky e, mais ainda, Wittgenstein, ficamos convencidos de que a lingüística hoje atingiu a profundidade dos estudos de arqueologia e a altura do Acelerador de Partículas, que até agora, aqui em casa, pelo menos, não acelerou partícula nenhuma.
Mas, linda leitora, é melhor aproveitarmos o resto do espaço para um pouco do próprio filósofo.
1. Todo objeto é idêntico a si mesmo.
2. Maçã é o mesmo que maçã.
3. Ética e estética são uma e a mesma coisa.
4. Suponha agora que eu diga "Sou incapaz de estar errado quando digo: Isso é um livro", enquanto aponto para um objeto. Um erro aqui seria igual a quê? E eu tenho uma idéia clara sobre isso?
5. A estrela da manhã é a estrela da manhã.
6. Um meio de obter é não procurar, um meio de ter é o não pedir e somente acreditar que o silêncio que se crê em você é resposta ao seu mistério. "Perdão, leitora, aqui eu me confundi. Isso é da Clarice Lispector."
7. "Se eu sei alguma coisa, então eu também sei que eu sei alguma coisa etc." equivale a: "Eu sei isso", quer dizer, "Eu sou incapaz de estar errado sobre isso". Mas para isso ser assim precisa ficar estabelecido objetivamente.
8. A é o mesmo que a letra A.
No fim, Bertrand Russell, conselheiro e mentor de Wittgenstein desde o início, ficou de saco cheio, se afastou dele. Foi o único a ler seu derradeiro texto (de dez linhas) e comentou: "Não entendi nada. Mas é genial". (Ninguém me convence de que não estava de sacanagem.)
Modestamente, termino com dois pensamentos meus mesmo.
1. Filosofia é uma coisa que discute filosofia.
2. Wittgenstein não é o mesmo que Wittgenstein.
Pra bom entendedor meia palavra basta (entendeu, ...ecil?)
domingo, 28 de setembro de 2008
Novas palavras amigas...
Na batida do tempo
Lembro-me de cada minuto como em segundos
Minutos que em memória se prolonga, me faz doer as horas,
Fazem-me correr o tempo...
Imagino eu, serão as minutas-hora?
Ou as seis diminutas notas?
Não, não sei bem certo... o que realmente me dói?
Ou será que tua dor é que me faz sofrer?
De minuto em segundas horas, é certo meu amadurecer.
É um segundo, é um minuto, é uma hora. Não importa!
O que vale é conhecer.
Penso daqui, penso de lá
Faço dali, faço de cá,
E mesmo assim não consigo convencer.
Será que as minhas rítmicas notas não fazem florescer?
Mas isso não importa, seja lá qual for a hora,
Eu aqui dentro, e você fora,
Vamos juntos conviver.
Por Emmanuel Rodrigues da Silva.
Lembro-me de cada minuto como em segundos
Minutos que em memória se prolonga, me faz doer as horas,
Fazem-me correr o tempo...
Imagino eu, serão as minutas-hora?
Ou as seis diminutas notas?
Não, não sei bem certo... o que realmente me dói?
Ou será que tua dor é que me faz sofrer?
De minuto em segundas horas, é certo meu amadurecer.
É um segundo, é um minuto, é uma hora. Não importa!
O que vale é conhecer.
Penso daqui, penso de lá
Faço dali, faço de cá,
E mesmo assim não consigo convencer.
Será que as minhas rítmicas notas não fazem florescer?
Mas isso não importa, seja lá qual for a hora,
Eu aqui dentro, e você fora,
Vamos juntos conviver.
Por Emmanuel Rodrigues da Silva.
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Eu ainda me lembro... Não sou escritor e acho que isso não se diz. Não que alguém não possa estudar para ser escritor, porém se você ...
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Quando um grande número de motociclistas se locomove junto, como numa viagem, a formação de um comboio é a melhor saída para manter a segura...
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Para todos os interessados e para os que extranharam o tituo desse texto, motociclistas e amantes de veículos de duas rodas, meus amigo...