Abre os olhos – de Emmanuel Rodrigues – 08/dez/2008 – 22h50.
Emanar para um mundo desfigurado e sentir furar no peito o ar... um clamor...
Tão frágil e pequena lhe trás consigo o poder de amar.
Abre os olhos na direção da melodia, sonha e sorri como o vento... suave e passageiro, Leve, pequena como a semente, esperando as cristalinas águas, os raios solares, que fortalece, alimenta...
Abre os olhos, soberana e cheia de graça, ó pequena figura, que mistura nas tintas paternas desenhou a forma de amar.
Espreguiça, se estica e mia feito flauta, doce e desafinada.
Abre os olhos e enxerga amor!
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